terça-feira, 19 de setembro de 2017

Não é uma miragem.

Oi gente~! Voltei... de novo. É como naquele ditado:

"Quem é vivo, sempre aparece."


Estou voltando aos poucos, então não vou prometer nada. Nem cronograma, nem nada. Mas já posso dizer que estou voltando a escrever regularmente e coisa boa vem vindo aí. Só que antes, quero muito, muito mesmo, terminar as minhas histórias. São muitas e vai levar um tempo, mas vai ser muito divertido. 

Um dos meus outros planos é começar (finalmente) o meu canal no youtube. O de Games eu já comecei, falta apenas me empenhar mais nele rsrs e quero muito fazer o canal para o blog, aonde compartilharei com vocês de tudo um pouco (conteúdo literário, vlogs, diy, dicas, tutoriais...). Com paciência a gente chega lá. 

Era isso, post para atualizá-los mesmo. Ah~ ia esquecendo de dizer, estou participando do concurso da Amazon (pretendo) e estou escrevendo uma história para ele. Totalmente sem pretensão de ganhar, apenas querendo muito fazer parte do concurso. Vamos ver se eu consigo chegar lá, né? 

Grande beijo, fui! 💋

sábado, 14 de maio de 2016

[Lua Cheia] Capítulo 60 - Duas verdades

[Lua Cheia] Capítulo 60 – Duas verdades
Leah sentia uma raiva descomunal. Megan saiu pela porta e parecia satisfeita o suficiente.
─ Eu sabia que você ia acabar ficando com qualquer uma, mas podia ter sido um pouco mais homem e dito as palavras na minha cara antes, seu covarde. – Leah virou-se e saiu de lá, ouvindo-o chamá-la. Mas se antes ele não queria conversar, agora quem não queria papo era ela.
─ Lee, não é isso que você tá pensando! – Grady disse andando depressa atrás dela. O temperamento de Leah estourou e ela rugiu, virando-se para ele.
─ Não é o que eu estou pensando? Muito obrigada por terminar antes de ir comer a primeira vadia que aparecesse, tá? Ah é! Você não terminou, seu grande babaca! – Ela terminou, dando-lhe um soco forte. Ele cambaleou para trás, segurando o lado do rosto que ela havia machucado.
Grady estava surpreso com a força que ela tinha, mas mais surpreso com a expressão de mágoa e raiva que se mesclavam no olhar intenso que ela lhe dava. Ela destravou o carro e entrou, quando ele se recuperou do momento torpe.
─ Megan me beijou. – Ele disse baixo e ela soltou um som de escárnio pelo nariz.
─ E o bebê indefeso não conseguiu se proteger de dar um amasso nela? Me poupe.
─ Leah, eu…
Ela não se deu ao trabalho de ouvir qualquer explicação. A picada que sentia em seu interior era ligeiramente conhecida. Parecia que havia voltado no tempo, mais de 5 anos atrás, quando viu pela primeira vez, Sam e Emily juntos.
Leah deu a ré com pressa, seus olhos pinicavam, mas ela sabia que não ia chorar. Conhecia a sensação e não estava nem perto da borda. Mesmo neste momento, seu controle era quase perfeito.
No caminho para casa, viu que um lobo a seguia de perto e reconheceu a pelagem de Grady. Não ia deixá-lo saber aonde morava, então dirigiu a esmo, para a saída norte da cidade, aumentando a velocidade até quase o limite de seu velho carro. Não se importava com o que aconteceria, apenas queria ter certeza de que ele ficaria longe o suficiente dela e de seu coração partido.
Não conseguia entender porque diabos só conhecia caras podres. Eles pisavam em seus sentimentos como se fosse um tapete velho.
Conforme dirigia percebeu um ronco alto do motor e sabia que estava forçando demais. Ouviu uma buzina e apenas o reflexo de lobo a salvou naquele momento. Não percebeu quando entrou na faixa contrária, mas viu o caminhão enorme vir de encontro ao seu carro e o jogou no tudo na terra e nas árvores.
Antes que percebesse, o baque contra a madeira foi forte e chacoalhou todo o veículo, fazendo-a arfar com o susto. Não viu Grady em qualquer lugar por perto e saiu do carro cambaleando. Um arrepio a percorreu antes que vomitasse no chão o pouco que havia comigo mais cedo.
Apoiou-se no carro, esperando que suas pernas ficassem mais firmes. A porta do motorista havia ficado num tom de metálico aonde o choque ocorrera, mas foi todo o dano que sofreu. Aquele tipo de carro era duro como rocha.
Agradeceu internamente aos espíritos e à seu próprio pai. Ela havia lhe dado aquela caminhonete, não conseguia acreditar que estava viva. A adrenalina fez com que se esquecesse momentaneamente da dor de ver Grady beijar a lambisgoia.
Fechou os olhos por um momento, esperando que isso acalmasse seu coração e a vontade de vomitar retornou, quando a imagem dos dois atracados na cozinha de Elroy, retornou aos seus pensamentos. Levou um susto ao sentir braços fortes a circularem e não precisou de muito para saber que era ele ali, segurando-a forte.
O conforto que sentiu foi a gota d’água e ela o empurrou com força, vomitando novamente. Algo estava fora no cheiro dele, algo que fez o estômago dela virar do avesso. A mão quente dele fazia um carinho quase cálido em suas costas, enquanto curvava-se e deixava seu corpo acalmar-se.
Quantas vezes ele me tocou e fez com que eu me sentisse completa? Quantas vezes ele ia mentir se eu não houvesse pego aquela pouca vergonha? Seus pensamentos eram o retrato da fúria e incerteza.
Por mais que ela estivesse fula com ele, sabia que tinha ido longe demais. Não era imprudente. Nem mesmo quando Sam terminou o relacionamento deles, ela foi tão destrutiva. Nenhuma dor ia levá-la além da borda, ela era uma guerreira desde sempre, não ia deixar que o que vira mais cedo, fizesse isso a si mesma.
Afastou-se dele quando percebeu que estava bem. O cheiro dele a estava deixando nauseada e a raiva fazia com que sua parte loba ficasse inquieta, querendo transformar-se e brigar. Ela não iria tão longe, no entanto.
─ O que diabos você quer? ─ Leah questionou-o com ferocidade. ─ Veio ver se fez o serviço direito é?
─ Não! ─ Grady finalmente disse e parecia pálido também. ─ Você está bem?
─ Vá a merda, Grady! ─ Leah gritou se afastando mais dele e da porcaria no chão. ─ Vá pro inferno e leve a vadia com você!
─ Juro que não é o que você viu. ─ Ele tentou explicar-se ao que ela soltou um som de escárnio pelo nariz.
─ Você estava procurando algo na boca dela, então? ─ Comentou ácida, conforme o ciúme se mesclava à raiva na sua voz, tornando-a sobrenaturalmente alterada.
─ Não. Ela me beijou, é sério.
─ Então me explica o que você estava fazendo que não empurrou aquela cadela? ─ Ele arqueou a sobrancelha para o trocadilho, coisa que Leah deu pouco valor.
─ Fui pego de surpresa. Num momento…
─ Você já pode parar com as desculpas. Quando é que vai crescer, Grady? Primeiro age como um idiota e foge como uma virgem; e agora isso? Acha que eu sou uma idiota, né? Uma tapada? Mas eu não sou! Você é um cretino mentiroso!
─ Nada foi intencional. ─ Ele entornou baixo. ─ Você está bem, amor?
─ Não ouse! ─ Leah gritou parecendo magoada. ─ Dá pra ver como você me ama. Só estou confusa nas suas declarações, me ama mais quando me deixa na geladeira ou quando quase me mata?
─ Foi você que estava dirigindo, não eu. ─ Grady defendeu-se, sentindo a raiva escorregar por suas veias. Seu coração estava na garganta e o medo de que pudesse tê-la perdido era tão palpável que ele duvidava que conseguiria dormir tranquilamente essa noite.
─ Estava correndo por sua causa! Por que me seguiu?
─ Porque precisava te dizer que…
─ Que o quê? Que tipo de mentira vai contar agora? ─ Grady calou-se ante o olhar magoado que ela lhe dirigia. ─ Acha mesmo que eu vou ser tão ingênua pra cair no teu papo duas vezes? Nem pensar.
─ Precisava dizer que amo você. ─ Ele disse baixo, sentindo-se culpado pelo silêncio. Ele sabia que era, mas que precisavam disso na mesma medida. Pelo menos era o que ele achava. ─ Por favor…
─ Não, Grady. Você não me ama, você só ama a si mesmo e quer saber de mais? Eu nem sei porque achei que com você seria diferente. Eu tenho dedo podre pra essas coisas. ─ Ela disse-lhe e entrou no carro. ─ Me esquece.
─ Leah, nós vamos conversar de novo. ─ Ele disse sentindo o medo apertar sua garganta. ─ Nós somos companheiros.
─ Nós nunca fomos companheiros. Você e eu transamos e o nosso relacionamento era só isso. Nada mais que isso, pena que eu descobri tarde demais.
─ Amor… ─ Ele começou a dizer, mas ela fechou a porta e ligou o motor alto o suficiente para abafar as palavras dele, mas não o suficiente para diminuir seus pensamentos e a dor em seu coração.
[...]
Grady não conseguia pregar o olho, não importava o quão cansado estava. Estes três dias haviam sido o próprio inferno. Ele sentia-se miserável sem Leah em sua vida, mas ela não parecia estar tendo esse problema.
Desde que Sue lhe dissera na manhã que seguiu o quase acidente, que ela parecia normal, ele sentia-se diminuído. Não havia beijado Megan e se Leah confiasse nele um pouquinho que fosse, ela entenderia isso.
─ Será que dá pra parar com essa cara de assassino de aluguel? ─ Anton perguntou arqueando uma sobrancelha. ─ Shannon odeia te ver assim e eu também, mas foi você que começou.
─ Você não está ajudando. ─ Grady rosnou, comendo um pedaço de bife.
─ Você se afastou dela, irmão.
─ Você ainda não está ajudando. ─ Grady reclamou, sentia a falta de Leah loucamente.
─ Você abriu mão dela, Grady. ─ Anton disse duramente. ─ Foi sua escolha então lide com as consequências. Vai atrás dela antes que algum engraçadinho faça isso!
─ E você acha que o quê? Que é fácil? ─ Grady gritou se levantando e suspirou. ─ Sinto a falta dela, mas eu não posso simplesmente ir lá e pedir pra voltar. Tudo desandou, Anton, tudo. Eu a amo, mas isso não é suficiente.
─ Apenas se você quiser que não seja. ─ Shannon disse vindo do quarto dos dois e se sentando a mesa. ─ Até o final de semana ela te amava o suficiente pra ficar irada com todo mundo. Isso não se muda em três dias.
─ Ela me mandou esquecê-la.
─ Ela estava fula. ─ Anton disse bebendo um pouco de suco. ─ Eu estaria também.
─ Eu expliquei que foi um acidente. Eu não beijei Megan.
─ Se Anton beijasse qualquer uma, eu ia matá-lo. ─ Shannon murmurou e olhou Grady intensamente. ─ Pior ainda sendo a ex dele. Eu quase o matei quando descobri que ele ia sair com a filha daquele alpha.
─ É verdade. ─ Anton respondeu se enconlhendo, conforme lembrava-se da ocasião. ─ Mas nosso amor foi mais forte que essa briga.
─ Não, sua insistência foi mais forte que a minha teimosia. O amor já estava enraizado em nós, não dava para mudar. ─ Shannon sorriu para o marido suavemente e olhou o cunhado. ─ O fato é que você precisa ir lá e fazê-la ouvir você de verdade. Ou vai acabar perdendo-a para sempre e até onde eu sei, isso pode te fazer infeliz tipo pra sempre.
Grady não queria admitir, mas as palavras de Shannon tinham toda a razão. Ele sabia que precisava ir lá e convencê-la a pelo menos dar-lhe mais uma chance. Ele não desperdiçaria dessa vez.
[...]
O expediente estava sendo duro, mas era bom. Se mantendo ocupada não conseguia pensar em Grady ou em qualquer coisa relacionada à ele. Sua vida parecia um frasco numa prateleira, completamente vazia.
Queria-o com ela, mas ele não parecia ter o mesmo desejo. Por que ele não estava a importunando e pedindo que o ouvisse? Por que ele nunca lutava por ela? A rejeição deixava um gosto amargo na boca.
Ela bateu o ponto, pronta para ir ao seu novo lar, quando o viu esperando encostado no balcão da recepção. Sabia que estavam indo ter uma conversa e seu coração acelerou.
As emoções diferentes se mesclavam em seu interior. Felicidade, euforia, raiva e indecisão a fizeram congelar no lugar. Isso tem que significar algo, né? Questionou-se e enquanto seu interior gritava aos quatro ventos que sim, sua mente escrevia não em todos os lugares possíveis.
Por que ele segue me deixando cada vez mais confusa? Essa resposta não apareceu em sua mente e algo nela sabia que nunca descobriria, não se não se movesse.
Respirou fundo pronta para a DR que tanto desejou nos ultimos dias e que incansavelmente foi bloqueada por Elroy. Eles tinham um mar de problemas a resolver, mas a esperança bateu à porta dela. Quem sabe não levaria mais do que um lanche para casa hoje a noite?
Continua!
Qualquer erro a culpa é do Google Drive! Oi gente! Quanto tempo =O
Eu sei, eu sei, hiatos de novo uú mas quem quiser saber o motivo disso, tá aqui o link do que houve.
Acho que finalmente estou pronta para voltar às minhas atividades normais e espero que entendam!
Nossa fanfic está se encaminhando para a ultima parte, acho que ainda temos mais uns 15 ou 20 capítulos até o fim ;-;
Espero que tenham gostado deste capítulo e por favor, comentem! É sempre bom saber o que vocês acham ^-^
Beijos!

domingo, 10 de abril de 2016

[Resenha] Wrath (Novas Espécies) - Laurann Dohner

#6 - 52 Livros em 52 Semanas

Olá! Demorou mais chegou haha~~
Wrath é um bom livro, eu gostei dele, ele é fofo, dominante, mas achei que faltou um "quê" de diferença para que se destacasse depois de tantos bons volumes dessa série ^-^ se fosse alocá-lo numa categoria seria a de "acima da média" para o nível dos Novas Espécies, mesmo assim, indico-o para quem quer uma leitura rápida e dinâmica, mas ainda com muito hot para apimentar as coisas =D

Sinopse: Wrath é voluntário para viver e trabalhar fora de Homeland aonde ele será, novamente, confinado à um pequeno espaço com outros machos. Ele foi submetido à terríveis abusos de condicionamento e forçado a ver fitas de sexo com mulheres humanas, enquanto máquinas pervertidas da Mércile, lhe arrancavam sua semente. Wrath sabe que ele é muito danificado para ter uma companheira, ele é muito perigoso e está emocionalmente, para ficar perto demais de uma fêmea.
Lauren acaba de ser sequestrada por três grandes, gostosos homens bem armados... Novas Espécies. Um deles realmente capta sua atenção, ele é sexy, alto e... seu novo companheiro de quarto. Tendo nunca conhecido alguém tão espetacular, ela decide provar cada pedaço de seu delicioso corpo. E ele parece completamente aberto a esse plano. O sexo é incrível e ele lhe dá tudo o que precisa, mas algo o está segurando.
Lauren tem que fazê-lo libertar-se e Wrath tem que ultrapassar o medo se os dois quiserem uma chance de um futuro juntos. (Tradução livre. Fonte: Skoob).

Visão geral: Wrath é um livro muito fofo e intenso. Eu amei ele de tantas formas possíveis! Acho que o que mais me fez gostar desse livro é que ele mantém um pé no chão, trazendo emoções mais realísticas, sem aquela coisa do "você é gostoso e por isso, eu te amo para sempre". Lauren é uma mulher madura que consegue trazer o melhor lado de Wrath para fora e ele, por sua vez, é um macho dedicado, másculo e absolutamente preocupado com o bem estar dela, juntos, os dois fazem um dos meus casais favoritos nessa série. 

Pontos fortes: Personalidades bem divididas, cada personagem tem seu "que" de diferenciação, além da história manter um nível e ritmo de narração equilibrado. O hot em si é muito mais escaldante do que nos últimos volumes, o que é um adicional para o romance se desenrolar melhor, pois pelo menos neste volume, com o sexo, eles se comunicam de forma voraz e faz com que suas emoções ultrapassem a linha da razão algumas vezes. 

Pontos fracos: Eu achei a descrição dos locais e algumas cenas meio fraca. Gostaria que a autora tivesse focado na ação, quando necessário e não apenas no romance.

Comentários, maluquices e afins (VOCÊ foi avisado!): O livro como um todo é muito bom, traz Shadow e Brass que são meio novos aos nossos olhos, mas muito bem vindos. Além do visível bom-humor em algumas partes, você consegue realmente se sentir na pele da Lauren nos momentos de tensão e nos momentos mais românticos. Amanda é um adicional ótimo para os nossos olhos, ela é engraçada, divertida e uma dessas amigas pra se contar no fim do mundo. Esse é um volume que eu particularmente gostei muito e já entra pra lista dos acima da média.

Grande beijo, fui!

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Status #1 - Por que eu sumi?

Olá! Estou aqui para comunicar do pequeno HIATOS que o blog teve e eu não disse nada nem aqui e nem em lugar nenhum. 
Durante um tempo realmente longo eu vim preparando várias coisas, mas acabou que não deu certo - como com o canal - e eu tive de abandonar os projetos temporariamente. Este ano quero que seja diferente, quero concluir meus projetos e ir fundo em novos, quero retomar o canal, trazer as fanfics que prometi e um projeto novo que vocês conhecerão em breve. 
Além disso, no meio de Fevereiro sofri um acidente horrível e precisei de um tempo pra me recuperar, sentia muita dor nas costas, ficar sentada mais que alguns minutos era praticamente impossível =/
Por isso também, precisei de um tempinho básico, mas já estou de volta! 
Ah~ e acabei me atrasando nas postagens da tag 52 Livros em 52 Semanas, mas assim que eu consegui me re-organizar, eu posto todas as resenhas. Estou um pouco atrasada na leitura, mas daqui pro fim do ano tem muito chão e qualquer coisa, eu compenso nas férias :v 
É isso, espero que tenham gostado do post e peço desculpas a todo mundo que estava contando com os capítulos e com o blog/canal, mas juro que vou dar o meu 220% para melhorar e trazer mais conteúdo para vocês! Grande beijo, fui!

sábado, 20 de fevereiro de 2016

[Lua Cheia] Capítulo 59 – Arrumou a cama? Agora deita.

[Lua Cheia] Capítulo 59 – Arrumou a cama? Agora deita.
Peço desculpas por não ter tido capítulo semana passada, eu estava preparando o ap da Lee e o projeto ainda será lançado no canal, aguardem só mais um pouco ^^
E finalmente os dois se reencontram, mas o que pode sair de bom ou ruim disso?
Boa leitura!
Arrumou a cama? Agora deita.
Leah retornou para o apartamento novo na manhã seguinte. Sorriu satisfeita, começando a limpar o chão com as coisas recém-compradas. Várias coisas se amontoavam no canto mais extremo da sala e ela as movia aos poucos, limpando tudo e deixando pronto para receber os móveis.
O interfone tocou e ela recebeu os dois trabalhadores. Minutos depois, Emily tocou o interfone, ela tinha prometido esperar lá e ajudá-la com a bagunça.
Os rapazes saíram deixando o sofá, a cama, guarda-roupas e armários montados. Emily foi para a cozinha, colocar as panelas recém lavadas nos armários e Leah começou a colocar as sacolas nos cômodos certos.
Os rapazes demoraram cerca de duas horas e quando saíram, as duas aproveitaram para descer e almoçar. Era pouco mais de meio-dia quando elas chegaram no restaurante de esquina, na frente do edifício do apartamento.
─ Você conseguiu falar com ele? – Emily perguntou-lhe enquanto as duas sentavam e esperavam o prato do dia ser servido.
─ Não. Grady tem o meu número, mas não ligou. Minha mãe me chamou essa manhã e nós meio que brigamos. Ela quer saber aonde estou.
─ Não é exatamente infundado, né? Ela deve estar achando que você está dormindo no carro.
─ Que pena para ela.
─ Lee! Ela é sua mãe, está preocupada.
─ Então ela deveria ter ficado do meu lado e não do lado daquele lá. Você sabe, ela nunca me apoia, então beleza. Mas não vou bancar a otária só pra ela ficar mais tranquila, cansei desse papel.
─ Mesmo assim… só diga-lhe que você tem um lugar para morar, se não quiser que ela saiba aonde é ou como é.
─ Não, Emily. E você também não pode dizer.
─ Eu sei. – Emily respondeu-a e suspirou pesado. – Sabe, tia Sue está mesmo preocupada.
─ Não me importo. – Leah disse e o garçom trouxe o almoço de ambas.
Leah havia pedido um prato com salada verde, carne, arroz branco e creme rosé. Emily tinha pedido o do dia, que tinha arroz branco, feijão, frango ao molho, verduras, molho de batata e salada verde. Ambas bebiam um suco de laranja feito na hora.
─ Você pode se arrepender. – Emily sugeriu não tão sutilmente como previra.
─ Eu não vou. – Leah rosnou a resposta com o suco a meio caminho da boca. Emily deu uma garfada no prato e comeu lentamente, antes de voltar a falar:
─ Só estou dizendo que porque você está com raiva, você pode se arrepender. Tia Sue estava te protegendo, pelo menos é o que ela acha.
─ Falou com ela?
─ Falei. Eu não disse sobre o apartamento, mas o Anton estava dizendo que estávamos saindo de uma loja para a outra. Eu lhe disse que estávamos comprando para a bebê, mas eu não acho que ela acreditou. Você podia ligar e dizer-lhe sobre o ap.
─ Não vou dar o endereço. – Leah murmurou para si mesma. – Eles podiam ser pelo menos mais maduros e falar logo que merda tá acontecendo. Eu não preciso ficar esperando uma ligação que não vai vir.
─ Eu sei prima e sinto muito por isso.
[…]
Grady rosnou alto na sala da casa de seu pai. Não acreditava no que os caras estavam dizendo e ninguém se atrevia a chegar muito perto, além de seu pai e Anton.
─ Como assim ela não veio dormir aqui?
─ Dormiu na minha casa. – Sam disse com um sorriso presunçoso. Grady deu dois passos ameaçadores na direção dele e Sam manteve-se firme, andando a passos duros para o outro. – Diga-lhe a verdade.
─ Que verdade?
─ Acha que ela vai esperar seu chilique passar? É da Leah que estamos falando e acredite em mim quando eu digo: ela não vai. Uma oportunidade não dura para sempre.
─ Meta-se com as fraldas do seu bebê e deixe-a em paz.
─ Para quê? Para você magoá-la? Não. Leah é família e se você não tem coragem para contar a verdade, eu vou. Você não mantém uma mulher na geladeira enquanto decide se continua no relacionamento ou pula fora, você enfrenta o problema. Pelo menos é assim que os homens fazem em La Push.
Grady segurou-o pela camiseta pelo que pareceu ser um segundo, Sam tirou as mãos dele de cima da blusa que usava e o empurrou, fazendo-o cambalear dois passos para trás. O outro rugiu com raiva.
─ Quem você pensa que é? Você também a fez sofrer. – Grady disse em tom audível quase orgulhosamente.
─ Eu tive peito pra terminar com a mulher que eu amava, diferente de você. – Sam respondeu com a voz reverberante. – E eu te garanto, se você demorar tempo demais, pode ser que ela encontre alguém que realmente valha a pena, idiota.
─ Está me dizendo para terminar ou para voltar com ela?
─ Faça o que quiser, Grady. Mas ficar longe não é a maneira certa de resolver as coisas com ela e parece que você ainda não percebeu. Se esse tipo de atitude funcionava com sua ex, não vai funcionar com a atual.
─ Ele está certo. – Seth disse vindo para mais perto com o celular na mão. – Emily não vai dizer aonde ela está, mas você pode ligar e pedir essa informação.
─ Realmente acha que ela dirá?
─ Não, eu não acho. Mas vocês precisam de uma DR e parece que esse é o momento certo para uma.
─ Guarde o celular, mesmo que eu ligasse, não haveria nada a dizer.
[…]
As duas subiram para o apartamento e Leah recebeu uma mensagem de Anton a lembrando de ir à cerimônia que aconteceria essa noite. Ela jogou o aparelho em cima do sofá e sentou-se nele suspirando aliviada. Estava tudo arrumado, mas ela estava morta.
─ Juro que quero um banho naquela banheira mara! – Emily disse massageando as costas e sentando ao lado da prima. – Sua folgada, já tá no bem-bom.
─ Ei! Eu trabalhei bastante! – Leah riu e suspirou. – Não acredito que arrumamos a primeira parte da bagunça.
─ Não acredito que concluí a cozinha hoje. – Emily disse concordando. – Nem pareceu tanta coisa quando compramos.
─ Nem me fale!
─ Seu celular tá tocando. – Emily disse se mexendo nervosamente. – Eu vou ligar para Sam e você resolva isso. Vai comer conosco de novo!
─ Não posso. Anton me mandou umas duas mensagens hoje, lembrando da cerimônia de iniciação.
─ Ah! É hoje? – Emily perguntou parecendo animada.
─ É. – Leah suspirou sem paciência. – Não sei pra que essa merda.
─ Olhe pelo lado bom, você pode encontrar Grady lá.
─ Isso tem que ser bom, né? – Leah perguntou insegura e sentiu o coração bater mais forte e iniciar uma corrida com a perspectiva de resolverem tudo. Eles podiam ir para seu apartamento juntos e fazer as pazes.
─ Acha que podemos resolver tudo?
─ Acho que sempre é tempo e se ele não for cego e completamente burro, vai fazer as pazes e se arrepender de ter te abandonado.
─ É o que eu espero também. – Leah sorriu se levantando. – Você entra no chuveiro primeiro! Eu tô faminta!
─ Vai atrás da comida que eu vou aproveitar aquela maravilha de banheira. – Emily riu piscando e Leah saiu do apartamento e desceu pelo elevador. Seu estômago estava fazendo um protesto, sentia tanta fome que parecia não ter comido o mês inteiro.
[…]
Leah saiu do carro, deixando-o perto dos outros, na extremidade da grande clareira. Viu sua mãe ao longe acenar para ela, fez o mesmo e ficou ao lado de Jacob.
─ O que faz aqui?
─ Sam não te contou?
─ Contar o quê?
─ Os lobos do sul estão abordando os jovens lobos, eles vão se mudar e manter o controle sobre os mais velhos aqui. Fizemos um tratado com o bando Harris.
─ Tratado de quê?
─ Nós vamos assumir as terras de Eve.
─ O quê? – Leah olhou-o assombrada. – Eles mataram alguém?
─ Tentaram estuprar minhas irmãs.
─ Rebecca…? – Leah não teve coragem de concluir a fala.
─ Está bem. Eles não fizeram nada, Quil estava com ela e as crianças.
─ E Claire. – Ela concluiu o que ele não estava dizendo.
─ Estão se mudando e…
Ela esperou e quando Jacob não terminou sua fala, Leah sentiu-se preocupada.
─ E?
─ Ela está se separando.
─ Ah… problemas em casa?
─ Problemas com as crianças. Eles… bem… eles são Blacks, afinal de contas.
─ Não entendo. Eles podem virar lobos, mas não é muito cedo?
─ Tem vampiros em Atlanta. Eu fui lá e o cheiro adocicado era bem próximo à casa. O Scott nem imagina o que tem por trás e não quis voltar à La Push.
─ Eles vão se separar por causa disso?
─ Ele tem outra. – Jacob disse-lhe com raiva em sua voz. – Ela voltou para a casa do nosso pai, mas estamos tentando comprar algo por aqui. Vamos nos instalar na região de Eve e alguns devem morar perto do centro. O que me leva a te perguntar…
─ Não. Não vou te dizer porque você vai dizer à minha mãe. Ela não tem o direito de exigir isso.
─ Ela é sua mãe.
─ Você disse ao seu pai para onde ia fugir, depois que soube do noivado da Bella?
─ É diferente.
─ Diferente como, Jacob?
─ Oh-oh, voltei a ser o Jacob? Ela está muito preocupada e você, bem, você é mulher. Pior que isso, você é a Leah-megera. – Ela acabou rindo da descrição, os mais novos a chamavam assim.
─ E os lobos novos de La Push?
─ Estamos avisando os pais que se eles ficarem estranhos, com febres e nervosinhos demais, que devem informar a sua mãe ou o meu pai. Só falamos com os potencialmente problemáticos, também.
─ Acha que será o suficiente?
─ Não. Por isso estamos de olho, mas me sinto mais tranquilo assim.
─ E Nessie? – Leah perguntou de súbito.
─ Esse é outro problema.
─ Achamos que os Cullen moveram uns pauzinhos para termos esse problema com os lobos do Sul. Eles sumiram.
─ Como você está?
─ Mal, mas vou sobreviver. Os meninos estão fazendo uma busca minuciosa. Quando os encontrarmos, o pai de Sam me garantiu que irá lembrá-los do porque fizemos um tratado.
─ Parece ruim. Quer que eu continue no seu bando?
─ Na verdade estamos debatendo isso. Conseguiu falar com Grady?
─ Não. – Depressão bateu forte nela quando olhou em volta e não o viu.
─ Tudo vai melhorar.
─ Você tem visto ele?
─ Provavelmente mais do que você. – Jacob a respondeu com um rosto sofrido. – Vocês vão conversar quando chegar a hora.
─ Isso é, quando o idiota do pai dele deixar de protegê-lo? Ou quando ele cansar de me deixar na geladeira?
─ Acho que um pouco dos dois.
─ Gostaria que aquele babaca se metesse com os problemas dele.
─ Ele pode te ouvir.
─ Que bom.
─ Vamos começar! – Disse Anton chamando a atenção de todos. – Estivemos conversando com o bando de La Push e a primeira coisa que precisam saber é que nos aliamos. Não tem um casamento que firme isso ainda, mas somos aliados.
─ E como podemos confiar neles?
─ Eu confio. – Elroy disse com a voz ressonante. – E minhas ordens não serão contestadas!
─ Seremos unificados como um bando com vários líderes. O bando de La Push, o bando dos Harris, o bando Smith e o bando Mitchell. Todos sob o poder de alpha do meu pai, mas com seus próprios alphas também. – Rave direcionou a informação, dizendo de forma que sua voz pudesse chegar a todos os membros, enquanto andava de um lado para o outro, apontando os líderes em vigor de cada bando.
─ Será como pequenos líderes com poderes sobre os seus membros, mas que em caso de uma guerra, se une e obedece às ordens do maior alpha em questão de poder, que é o meu pai. – Braden explicou alto e claro.
─ Cada um de vocês já tem um terreno e os lobos de La Push receberam o terreno de Eve, cedido por Sue Clearwater, a nova dona. – Von informou-os.
─ Sue e meu tio são um casal e ela deve receber o mesmo respeito que Eve recebia, mas precisamos também tomar decisões importantes. Temos novas membros, elas devem ser protegidas, respeitadas e se derem abertura, vocês podem tentar sair com elas. São nexos. – Ouviu-se um burburinho, alguns jovens pareciam excitados com a ideia de convidá-las para sair, os mais velhos falavam sobre proteção.
─ Eles parecem animados, ein? – Embry disse se achegando ao lado de Leah.
─ Embry! – Eles se abraçaram firmemente, o rapaz parecia estranho.
─ Já te contaram?
─ Contar o quê? – Leah perguntou sem entender o segredo.
─ Vão te dar uma escolha. – Jacob confidenciou.
─ Você está bem? – Leah perguntou para Embry, ele estava suando frio.
─ Tive um imprinting e fui rejeitado. Ela é uma lobisomem daqui e deveria entender que não pode rejeitar um imprinting.
─ Eu sinto muito. – Ela disse-lhe com o coração apertado por ele. – Tudo vai melhorar. – Leah tentou animá-lo.
─ Vai sim. – Embry não parecia confiante ao dizer as palavras.
─ Blair, Janise… todas vocês querem continuar no nosso bando? – Rave perguntou às meninas resgatadas. Eram 10 garotas entre 14 e 23 anos.
─ Sim. – Blair respondeu alto e claro. – Nós concordamos em permanecer divididas entre os bandos, de acordo com a sua necessidade.
─ Sejam bem-vindas. – Grady disse e Leah olhou-o, mas ele não olhou em sua direção. Ela sabia que ele podia, mas não fez isso.
─ Leah… temos uma proposta maior para você. – Von disse calmamente e fez um sinal para ela se aproximar um pouco. Leah deu dois passos a frente e parou. Von continuou:
─ Precisamos de alguém que possa comandar o bando feminino. Antes que isso aconteça, precisamos de alguém ligado à família do alpha. Temos você e as filhas do meu pai. Se continuar no nosso bando…
─ Eu passo. – Leah disse rapidamente. – Não preciso dessa merda.
─ Leah, o que você…?
─ Precisa de mim, idiota. – Leah disse-lhe e Jacob suspirou.
– Você ainda é parte do nosso bando, então aceite a proposta deles.
─ Você está mudando, tornando-se uma lobisomem completa. – Anton disse baixo, andando para onde ela estava. – Vamos ajudar como pudermos, mas preciso treinar alguém com ferocidade para comandar, me parece que você tem a qualidade.
─ Vá à merda.
─ Sei que está com raiva, mas sua mãe não é uma loba, você é. Se for treinada por Chloe e Cecília, pode se tornar a líder delas em alguns meses, pode protegê-las mais.
Leah bufou e concordou com um gesto de cabeça. Ele pareceu satisfeito e virou-se para seus irmãos.
─ Leah fica no bando de Chloe.
Alguns dos membros transformaram-se totalmente, outros apenas a cabeça e uivaram para a lua cheia no céu. O som foi perturbador por um momento e ela viu Grady satisfeito com sua decisão, como se fosse exatamente o que ele esperava dela.
Eles se dispersaram e ela tentou reencontrá-lo, mas não o viu mais. Todos estavam voltando para a casa do alpha, para comer, então ela subiu em seu carro e seguiu os muitos veículos, de volta para a casa onde quase matara dois lobos jovens. Riu ao se lembrar disso, esperava que eles não se metessem em seu caminho hoje. Ainda estava disposta a matar qualquer um que tentasse impedi-la de conversar com Grady.
[…]
Leah saiu do carro, tendo a certeza de que ele não estava no jardim. Trancou o carro e arrumou a roupa. Vestia uma calça jeans escura, blusa tomara-que-caia vermelha e uma jaqueta jeans. Nos pés os tênis pretos faziam uma boa combinação com o resto do look.
Colocou a chave no bolso de trás da calça e abriu a porta da frente, entrando na casa. Sue veio abraçá-la assim que passou pelo portal, Leah não conseguiu se esquivar, o espaço era muito apertado.
─ Filha! Você comeu? Tem onde dormir? Volte para cá pelo menos até a casa do seu pai ficar pronta!
─ Não, mãe. Sim eu comi e tenho onde dormir.
─ A casa de Sam e Emily não é adequado! – Sue retrucou, Emily riu ao lado do marido se aproximando.
─ Ela tem um lugar próprio, tia. – Emily respondeu-lhe e piscou para Leah.
─ Um lugar próprio?
─ Comprei um apartamento. – Ela deixou sua mãe saber.
─ Um… apartamento? – Sue questionou lentamente. – Onde?
─ Não interessa. – Leah respondeu asperamente. – Não vou te dizer.
─ Filha…
─ Não, mãe. Chega, ok? Não dependo de você, não dependo desse idiota que é seu namorado, eu tenho um emprego e agora, uma casa. Nunca vou esquecer a sua traição.
─ Traição? Querida, eu só…
─ Você prefere aceitar o ponto de vista de qualquer um acima do meu. Eu estava errada?
─ Não, mas… – Leah a interrompeu.
─ Eu só queria resolver as coisas com o meu namorado, mas tanto você quando ele, não me deixaram fazer isso.
─ Querida…
─ Não me venha com “querida”. Estou aqui porque tenho obrigações com a droga do bando, jamais envergonharia Jake ou Sam, fazendo-os passar por alphas relaxados, mas não venha para mim e ache que está tudo bem. Não está e se meu pai estivesse vivo, ele teria ficado do meu lado, me apoiado, algo que você nunca aprendeu a fazer.
Leah passou por ela e sentou no sofá, esperando que começasse. Viu Liberty e Summer, duas nexos que fariam par com ela, provavelmente. Seth sentou ao seu lado e não parecia muito feliz.
─ Mamãe está chorando, Leah. – Ele disse baixo e ela o olhou por rabo de olho, antes de voltar os olhos para a frente. Elroy a olhava com ódio, mas ela manteve seu olhar firmemente, quase o desafiando. – Ela tem tentado.
─ Claro. – Murmurou com ironia.
─ Ela nos ama, mas cada vez que você traz o assunto do papai de volta, você a machuca!
─ Eu queria resolver as coisas com meu namorado e ela não deixou, de novo, Seth. – Leah disse entredentes, o olhando.
─ Não entendo aonde quer chegar. Ele não quer falar com você, então saia dessa. Não precisa magoar a nossa mãe só pra ter alguém em quem bater.
─ Eu não… Seth! – Leah chamou-lhe a atenção e suspirou. – Eles não tem o direito de se meter no meu relacionamento.
─ Ele ficou zangado.
─ Quero que ele enfie essa raiva no…
─ Lee! Ele só está protegendo o filho dele e a mamãe.
─ Protegendo do quê? – Ela perguntou um tom mais alto. – De uma DR?
─ Vocês precisavam de…
Leah olhou para ver o que fez seu irmão calar-se e foi como tomar um soco no estômago. Grady estava se atracando com Megan, pelo que pôde ver quando Anton saiu da cozinha e veio para a sala. Ela levantou-se, não ia ser chifrada, nem morta. Ele não tinha dito adeus, mas tinha feito a cama. Ela ia fazê-lo deitar nela.
Quem ele pensa que é para me deixar na geladeira e se pegar com essa vadia?
─ Lee! – Seth segurou-lhe o braço, impedindo que avançasse, mas ela soltou-se, puxando o membro violentamente e marchou para a cozinha.
─ Filha! – Sue disse no instante em que ela passou pelas duas portas, mas Leah via vermelho, o casal atracado junto.
Eu sabia que não ia demorar, mas ele podia ter sido homem e dito as palavras. Sua mente pegava fogo com indignação.
Quando eles se soltaram, o clima na cozinha era tão pesado que você poderia cortar o ar e servir num pratinho. Grady finalmente a olhou e ela sentiu como se seu peito estivesse sendo esmagado. Empurrou a emoção crua de dor e sentiu a raiva aflorar.
─ Leah…
Continua!
Vesh~ deu ruim pro Grady haha
Vamos ver como ele vai se proteger da explosão da Leah! Será que vai conseguir mudar a situação ou vai deixar para lá?
Essa semana eu vou postar fotos do ap da Lee, não deixem de conferir ^^

Espero que tenham gostado ^-^